no desepero, uma lágrima atrevida, correu triste e
solitária pela minha face, então senti um
abraço, envolvente, que com o seu doce calor me
aconchegava, na cova que me servia de cama, despedia-se,
lembrando-me que de manhã, estaria de volta bem cedo,
para me acariciar quando acordasse, pois amanhã
seria outro dia, onde ele voltaria, a escrever
poemas de esperança, num firmamento cheio de problemas.
MOURO



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